segunda-feira, 12 de março de 2012

Incubadoras reúnem-se para elaborar projeto do CERNE


As incubadoras Interp, Pantanal, e as Municipais Francisco Giordano Neto, Mário Covas, Norman Edward Hanson e Zé Pereira, estão se reunindo durante esta semana para realizar a elaboração do projeto, referente ao Edital SEBRAE/ ANPROTEC 01/2011.

Com estes projetos, as incubadoras, buscam a implementação do Centro de Referência para Apoio a Novos Empreendimentos (CERNE) de forma a ampliar a capacidade das incubadoras em gerar empreendimentos inovadores e bem sucedidos.

Para obter sucesso, empresários buscam por processo de incubação


Para algumas pessoas pode parecer fácil abrir uma empresa. Mas se não estiver bem estruturada e planejada, pode estar fadada ao fracasso. Por isso, o serviço de uma incubadora de empresas é muito importante, pois, por meio da elaboração do plano de negócio e de consultorias o empreendedor consegue ter uma maior visibilidade do mercado e reduz sensivelmente o risco de ter um empreendimento sem sucesso.

O empresário Gustavo Nadeu Bijos, proprietário da Fazenda das Abelhas, participou do sistema de incubação e reconhece os benefícios que sua empresa teve no sistema de incubação. O direcionamento e as orientações da Incubadora, em relação ao meu comportamento na empresa, foi uma das grandes mudanças. Implantar a rastreabilidade dos nossos produtos era o grande objetivo da empresa dentro da Incubadora, e deu tão certo que nosso modelo poderá ser copiado por Associações de Apicultores em todo o Estado. A elaboração do Plano de Negócios também foi uma ajuda fundamental para a empresa, pois até hoje, é a base para a tomada de decisões”, revela Gustavo.

A empresa Jóias do Pantanal também foi incubada, e segundo a proprietária Isabel Doering Muxfeld, este serviço foi primordial para o progresso da empresa. “Se uma empresa não buscar o conhecimento com boas parcerias, está fadada ao fracasso. Sem dúvidas, para a Jóias do Pantanal, foi um divisor de águas.  As orientações obtidas com as consultorias mudaram a nossa visão completamente.”

Renato Paniago, ainda na faculdade, resolveu abrir uma empresa de Tecnologia da Informação, e foi orientado por um amigo a procurar uma incubadora de empresas. “Eu tinha formação técnica e não sabia nada de gestão de empresas e negócios. Acredito ter sido importante minha participação no processo de incubação para a criação de minha empresa, Catwork Tecnologia, e a sobrevivência dela no mercado até hoje”, comenta o empresário.

Conforme a gerente da Interp – Incubadora de Empresas, Sylmara Roberta Lustosa Torres, “No processo de incubação, a empresa, passa por quatro etapas; a Pré-Incubação, onde o empreendedor faz a elaboração do Plano de Negócio; a Incubação, processo no qual a empresa recebe várias Consultorias Empresariais; a Graduação, estágio de saída da incubadora, e a última etapa é a Associada, quando mesmo depois de formada a empresa continua recebendo algumas consultorias”.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

A hora e a vez da modernização administrativa

Ventos novos estão soprando pelo país. A evolução recente do processo político brasileiro, especialmente com os desdobramentos do quadro configurado         pelo processo estável de crescimento econômico, potencializa a possibilidade até há pouco um sonho de promover profundas transformações democráticas na administração pública brasileira. Efetivamente colocá-la a serviço do cidadão.
A morosidade, o formalismo, a ineficiência, a apatia, a complicação e até mesmo a insensibilidade política e social do aparato institucional constituem entraves ao dinamismo da sociedade e aos verdadeiros anseios da comunidade. Modernizar a administração pública, portanto, representa um desafio essencial para os governantes, em quaisquer níveis. Sem a superação de tal desafio, será impossível pensar em descentralização administrativa, participação cidadã e consolidação de uma democracia econômica, objetivos que exigem um aparelho estatal leve, ágil, dinâmico e eficaz, a serviço real da população e dos interesses do Estado.

Modernizar a administração pública, desafio essencial para os governantes
Não se trata de fácil tarefa, contudo. O burocratismo tem fundas raízes entre nós: é, em primeiro lugar, um problema estrutural. O processo de formação histórica do Estado brasileiro consolidou uma estrutura autocrático burocrática, pesada e lenta, que se coloca acima e por cima das forças vivas da sociedade, chegando em muitos casos a se constituir em verdadeira tirania asfixiando o cidadão comum. No caso do Rio de Janeiro, por exemplo, a longa condição de capital reforçou essas características, a elas agregando ainda difundidos vícios de nepotismo, clientelismo, venalidade e tráfico de influências. E tais defeitos estruturais só fizeram se agravar com as conseqüências nocivas de um autoritarismo que levou a máquina administrativa a uma quase onipotência sobre o corpo social.

O burocrata tende a ter uma visão burocrática até mesmo da desburocratização
Nessas circunstâncias, a própria preocupação com os entraves representados pelo aparato institucional inoperante acabaria se formando. Nos últimos anos, o problema tem sido enfocado substancialmente em termos de "desburocratização", amiúde entendida apenas como esforço voltado para as normas e rotinas internas, com uma ênfase despropositada em estruturas e regimentos. Ora, cortar papéis e exigências burocráticas constitui tarefa necessária e urgente. Mas se limitar a isso denota uma visão superficial da questão De certa forma, é o mesmo que colocar a raposa guardando o galinheiro: por melhores que sejam as intenções, o burocrata tende a ter uma visão burocrática até mesmo de desburocratização. E então fica se nos sintomas, sem atacar as causas da doença.
O que importa, fundamentalmente, é modernizar e transformar a administração pública com base em um novo modelo de gestão governamental. Trata se de atacar os pontos críticos da administração a partir do ponto de vista e com a participação das forças econômicas e sociais do Estado, visando fazer a administração da coisa pública voltada para o público de modo que toda a máquina administrativa se transforme em fator de desenvolvimento e não em obstáculo ao dinamismo da sociedade. E, como a burocracia não pode gerar desburocracia, impõem se a formulação de políticas e a criação de instrumentos específicos capazes de promover essa transformação, inclusive desenvolvendo canais eficientes e sistemáticos de participação das forças econômicas e sociais nesse processo.
Só a integração do necessário esforço interno com a desejável pressão externa poderá mover o aparelho administrativo nessa nova direção. E preciso suscitar uma mecânica de participação dos setores econômicos e da opinião pública para que se possam identificar concretamente os pontos de estrangulamento que asfixiam o desenvolvimento econômico e a vida dos cidadãos. As forças vivas do Estado precisam ser sistematicamente ouvidas, pois só assim se terá condições de isolar e superar os entraves paralisantes do aparelho estatal.
A par da extensa e plena utilização dos órgãos da administração indireta, por natureza mais dinâmicos e ágeis, e preciso também formular diretrizes e desenvolver mecânicas internas que promovam uma ampla modernização da administração pública como um todo. Para tanto é imprescindível uma profunda revisão da orientação governamental em três aspectos: informação, decisão e auditoria. O amplo uso da máquina de processamento e informação de dados a serviço efetivo das prioridades de governo e dos programas sociais e econômicos é fator decisivo para tornar mais rápido e consistente o processo decisório. Este, por seu turno necessita de descentralização, iniciativa e autonomia operativa no quadro das políticas globais, com um espírito gerencial mais desenvolvido. E, para tanto, a auditoria deve se voltar, sobretudo, para a informação, a orientação e o apoio consultorial, tendo em vista a superação dos problemas operacionais dos órgãos de linha. E isso implica um grande e ordenado esforço de treinamento e conscientização dos agentes da administração pública em todos os níveis bem como a reformulação de políticas e diretrizes em cada setor.
Muito já foi feito neste campo de modernização mercê da imensidão de ferramentas tecnológicas de que se dispõem atualmente. Mas muito mais precisa ser feito, pois, mais do que tudo é preciso colocar todo esse potencial tecnológico conceitual e operacionalmente a real serviço do cidadão.

É preciso fazer a administração da coisa pública voltada para o público
 O atual processo de renovação também estável do quadro político brasileiro possibilita concretamente um amplo esforço de transformação e modernização da administração pública, para que ela se volte efetivamente para o bem público e social, a serviço das forças vivas da sociedade e do cidadão comum. Nesse processo, um relevante papel caberá sem dúvida aos profissionais de administração. Hoje, cresce como nunca a idéia de encontrar soluções brasileiras para os nossos problemas de administração, tanto na área empresarial como pública. As teorias e técnicas da administração são objeto de intensos debates, em nosso meio, visando buscar caminhos concretos e próprios para um desenvolvimento autônomo e independente. A administração pública não pode continuar tão divorciada desses avanços da administração profissionalizada hoje largamente disseminados por todo o País.

Passos para o sucesso nos empreendimentos

Ventos novos estão soprando pelo país. A evolução recente do processo político brasileiro, especialmente com os desdobramentos do quadro configurado         pelo processo estável de crescimento econômico, potencializa a possibilidade até há pouco um sonho de promover profundas transformações democráticas na administração pública brasileira. Efetivamente colocá-la a serviço do cidadão.
A morosidade, o formalismo, a ineficiência, a apatia, a complicação e até mesmo a insensibilidade política e social do aparato institucional constituem entraves ao dinamismo da sociedade e aos verdadeiros anseios da comunidade. Modernizar a administração pública, portanto, representa um desafio essencial para os governantes, em quaisquer níveis. Sem a superação de tal desafio, será impossível pensar em descentralização administrativa, participação cidadã e consolidação de uma democracia econômica, objetivos que exigem um aparelho estatal leve, ágil, dinâmico e eficaz, a serviço real da população e dos interesses do Estado.

Modernizar a administração pública, desafio essencial para os governantes
Não se trata de fácil tarefa, contudo. O burocratismo tem fundas raízes entre nós: é, em primeiro lugar, um problema estrutural. O processo de formação histórica do Estado brasileiro consolidou uma estrutura autocrático burocrática, pesada e lenta, que se coloca acima e por cima das forças vivas da sociedade, chegando em muitos casos a se constituir em verdadeira tirania asfixiando o cidadão comum. No caso do Rio de Janeiro, por exemplo, a longa condição de capital reforçou essas características, a elas agregando ainda difundidos vícios de nepotismo, clientelismo, venalidade e tráfico de influências. E tais defeitos estruturais só fizeram se agravar com as conseqüências nocivas de um autoritarismo que levou a máquina administrativa a uma quase onipotência sobre o corpo social.

O burocrata tende a ter uma visão burocrática até mesmo da desburocratização
Nessas circunstâncias, a própria preocupação com os entraves representados pelo aparato institucional inoperante acabaria se formando. Nos últimos anos, o problema tem sido enfocado substancialmente em termos de "desburocratização", amiúde entendida apenas como esforço voltado para as normas e rotinas internas, com uma ênfase despropositada em estruturas e regimentos. Ora, cortar papéis e exigências burocráticas constitui tarefa necessária e urgente. Mas se limitar a isso denota uma visão superficial da questão De certa forma, é o mesmo que colocar a raposa guardando o galinheiro: por melhores que sejam as intenções, o burocrata tende a ter uma visão burocrática até mesmo de desburocratização. E então fica se nos sintomas, sem atacar as causas da doença.
O que importa, fundamentalmente, é modernizar e transformar a administração pública com base em um novo modelo de gestão governamental. Trata se de atacar os pontos críticos da administração a partir do ponto de vista e com a participação das forças econômicas e sociais do Estado, visando fazer a administração da coisa pública voltada para o público de modo que toda a máquina administrativa se transforme em fator de desenvolvimento e não em obstáculo ao dinamismo da sociedade. E, como a burocracia não pode gerar desburocracia, impõem se a formulação de políticas e a criação de instrumentos específicos capazes de promover essa transformação, inclusive desenvolvendo canais eficientes e sistemáticos de participação das forças econômicas e sociais nesse processo.
Só a integração do necessário esforço interno com a desejável pressão externa poderá mover o aparelho administrativo nessa nova direção. E preciso suscitar uma mecânica de participação dos setores econômicos e da opinião pública para que se possam identificar concretamente os pontos de estrangulamento que asfixiam o desenvolvimento econômico e a vida dos cidadãos. As forças vivas do Estado precisam ser sistematicamente ouvidas, pois só assim se terá condições de isolar e superar os entraves paralisantes do aparelho estatal.
A par da extensa e plena utilização dos órgãos da administração indireta, por natureza mais dinâmicos e ágeis, e preciso também formular diretrizes e desenvolver mecânicas internas que promovam uma ampla modernização da administração pública como um todo. Para tanto é imprescindível uma profunda revisão da orientação governamental em três aspectos: informação, decisão e auditoria. O amplo uso da máquina de processamento e informação de dados a serviço efetivo das prioridades de governo e dos programas sociais e econômicos é fator decisivo para tornar mais rápido e consistente o processo decisório. Este, por seu turno necessita de descentralização, iniciativa e autonomia operativa no quadro das políticas globais, com um espírito gerencial mais desenvolvido. E, para tanto, a auditoria deve se voltar, sobretudo, para a informação, a orientação e o apoio consultorial, tendo em vista a superação dos problemas operacionais dos órgãos de linha. E isso implica um grande e ordenado esforço de treinamento e conscientização dos agentes da administração pública em todos os níveis bem como a reformulação de políticas e diretrizes em cada setor.
Muito já foi feito neste campo de modernização mercê da imensidão de ferramentas tecnológicas de que se dispõem atualmente. Mas muito mais precisa ser feito, pois, mais do que tudo é preciso colocar todo esse potencial tecnológico conceitual e operacionalmente a real serviço do cidadão.

É preciso fazer a administração da coisa pública voltada para o público
 O atual processo de renovação também estável do quadro político brasileiro possibilita concretamente um amplo esforço de transformação e modernização da administração pública, para que ela se volte efetivamente para o bem público e social, a serviço das forças vivas da sociedade e do cidadão comum. Nesse processo, um relevante papel caberá sem dúvida aos profissionais de administração. Hoje, cresce como nunca a idéia de encontrar soluções brasileiras para os nossos problemas de administração, tanto na área empresarial como pública. As teorias e técnicas da administração são objeto de intensos debates, em nosso meio, visando buscar caminhos concretos e próprios para um desenvolvimento autônomo e independente. A administração pública não pode continuar tão divorciada desses avanços da administração profissionalizada hoje largamente disseminados por todo o País.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Interp e Pantanal participam de videoconferência


No dia 09 de fevereiro (quinta-feira), as Incubadoras Pantanal e Interp, ambas participantes do Projeto “Incubadoras em Ação”, participaram de uma videoconferência realizada pelo SEBRAE Nacional.

Durante a videoconferência os gestores das Incubadoras puderam tirar dúvidas a respeito do Edital SEBRAE/ ANPROTEC 01/2011, onde o Sebrae, em parceria com a Anprotec, acolherá projetos para apoio técnico e financeiro às incubadoras de empresas em operação e mantidas por entidades públicas e privadas de interesse das micro e pequenas empresas. O modelo utilizado na implementação do projeto será o Centro de Referência para Apoio a Novos Empreendimentos (CERNE) de forma a ampliar a capacidade da incubadora em gerar, sistematicamente, empreendimentos inovadores e bem sucedidos. 

“Foi muito esclarecedora a videoconferência. Agora estamos mais preparados para elaborar o projeto. É muito importante ter um modelo Cerne em Mato Grosso do Sul, porque vai trazer mais recursos para as incubadoras”, fala Sylmara Roberta Lustosa Torres, gerente da Interp – Incubadora de Empresas.

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Plano de Negócio é a “alma” da empresa

Abrir uma empresa não é uma tarefa fácil, é preciso fazer uma análise bem detalhada do empreendimento, do mercado e da forma como vai ser gerenciado. Tudo isso pode ser feito no Plano de Negócio, segundo a Consultora Empresarial Adriana Gregório.

Adriana atua há 23 anos na área de Consultoria Empresarial, já prestou serviços para o Sebrae-MS, SESC-MS,  Águas Guariroba, entre outras empresas, e acredita que o Plano de Negócio seja a alma da empresa.

“O empreendedor deve estudar profundamente o mercado e o negócio. Deve se tornar um expert no seu futuro negócio, deve entender as necessidades manifestas e as não manifestas de seus clientes, todo o seu processo produtivo, deve estruturar o sistema de gestão de tal forma que este reflita suas crenças e valores e que seja uma ferramenta que o auxilie a fazer o diferencial no mercado e para finalizar deve buscar parceiros que agreguem valor sejam eles consultores, fundações, instituições, profissionais e fornecedores”, revela Adriana.

Sobre os erros cometidos em um Plano de Negócio, a Consultora diz que o maior é a “desvalorização”. “O erro clássico é não valorizá-lo, entendê-lo como apenas burocracia, "coisa de banco ou de consultor", e não como balizador, norteador de suas ações e recursos; achar que quem deve fazer  plano é o consultor”.

Mas conforme Adriana os erros no Plano de Negócio podem ser evitados, começando pelas “incertezas”. “Através da pesquisa, estudo e de busca de informações com quem já utilizou, garante a certeza do quanto o plano de negócios agrega para às organizações. Também podem evitar as procrastinações, o empresário deve entender que o mercado está repleto de oportunidades, mas as mesmas tem prazo de validade, se não aproveitarem no momento correto, correm o risco de inviabilizarem o seu negócio, logo precisam traçar um cronograma e cumpri-lo a risca para saírem na frente, viabilizarem o que conceberam”.

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Chefes controladores são responsáveis por desmotivação da equipe

Um recente levantamento acadêmico feito pelo pesquisador Nicolas Gillet revelou que os gestores controladores e autoritários, que costumam se valer de ameaças para 'motivar' a equipe, na verdade, estão prejudicando seus colaboradores, já que tais críticas afetam o desempenho dos profissionais de forma negativa e não positiva, como se imagina.
A conclusão faz parte do estudo da Universidade Francois Rabelais, da França, e foi publicada no último mês no “Journal of Business and Psychology”.
“Para manter seus funcionários felizes e satisfeitos, os superiores devem oferecer opções, em vez de ameaças e prazos”, diz o pesquisador.
Desempenho em jogo
Para ele, uma mudança de estratégia para melhorar significativamente o bem-estar dentro da companhia é fundamental para quem deseja obter bons resultados no fim do mês ou ao término de um ano, por exemplo.
“O modo como a pessoa se sente no trabalho é responsável por mais de 25% da diferença nas taxas de desempenho entre os funcionários", explica Gillet, que garante que o bem-estar no trabalho também pode ter um grande impacto econômico e social.
Critérios de avaliação
Para a pesquisa, foram analisados o impacto da percepção do suporte organizacional - na medida em que a organização valoriza as contribuições dos trabalhadores - e o relacionamento interpessoal do supervisor e seus trabalhadores, também conhecido como o apoio oferecido aos subordinados em termos de autonomia e controle do próprio comportamento.
"Quanto mais apoio os entrevistados sentiam ter, mais satisfeitos e felizes eles declaravam estar. Os que achavam que seus chefes eram repressores, autoritários ou que pressionavam muito sentiam que suas expectativas não estavam sendo atendidas, e isso os deixava com níveis mais baixos de bem-estar", informa Gillet.
O estudo
Participaram do estudo 1.118 mil funcionários de empresas pequenas, médias e grandes. Todos tiveram que responder a questionários, perguntando o que achavam sobre a forma de agir de seus superiores e quanto apoio eles recebiam da empresa.
Fonte: Revista Administradores

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